sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Comunidade urbana - Caldas da Rainha

A urbanização de uma sociedade origina uma rede urbana, isto é, um sistema integrado de cidades que vai das pequenas ou locais às metrópoles ou cidades gigantescas. A regra geral é que para milhares de pequenas cidades existam centenas de cidades médias e poucas metrópoles.A rede urbana nada mais é que a malha metropolitana de um país que constituí-se basicamente de cidade global, metrópole nacional, metrópole estadual, metrópole regional,médias e pequenas cidades.
O Oeste é uma comunidade urbana portuguesa, com capital nas Caldas da Rainha. Agrupa 12 concelhos que somavam, no censo de 2001, 338747 habitantes.
Alcobaça
Alenquer
Arruda dos Vinhos
Bombarral
Cadaval
Caldas da Rainha
Lourinhã
Nazaré
Óbidos
Peniche
Sobral de Monte Agraço
Torres Vedras

Na informação acima podemos constatar que as Caldas da Rainha continuam a ter uma grande importância na zona Oeste pois ainda é considerada a capital da região. O que pode parecer preocupante é o facto de esta cidade estar a perder importância em relacção a outras cidades e vilas tanto a nìvel turístico e economico.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Bairros clandestinos em Lisboa

Lisboa intervem nos bairros clandestinos 30 anos depois

Com 30 anos de atraso, a autarquia de Lisboa começa a intervir a sério nos bairros clandestinos da cidade com a aprovação esta semana, por unanimidade, da proposta de elaboração do Programa de Acção Territorial (PAT) para Ameixoeira/Calçada de Carriche/Galinheiras.A Câmara de Lisboa será o primeiro município no País a elaborar um documento estratégico desta natureza, previsto no artigo 121 do decreto-lei 380/99, que estabelece que se podem diagnosticar tendências, objectivos e acções para o escalonamento de uma intervenção territorial. Por outras palavras, o PAT "é um documento estratégico que pretende obter soluções de desenvolvimento e coesão social apoiado nas forças endógenas", da área onde se pretende intervir, disse ao DN, Teresa Craveiro, uma das responsáveis de um dos serviços municipais que vão ser responsáveis pela elaboração no prazo de um ano do PAT.O PAT incide sobre 190 hectares de um tecido urbano com uma grande diversidade de problemáticas urbanísticas. Ali existem seis bairros clandestinos (AUGI) - Alto do Chapeleiro, Quinta da Torrinha, Grafanil, Galinheiras, Quinta das Mouriscas e Rua Particular à Azinhaga da Cidade , que serão objecto de planos de reconversão tendentes à selecção das condições de habitabilidade existentes. Mas, perto dali, há um núcleo histórico, o da Ameixoeira. Não muito longe, o eixo da Calçada de Carriche, anseia por requalificação. A realidade urbanística destes 190 hectares compreende ainda o Parque Urbano da Ameixoeira, muito espaço público para qualificar resultante das operações de realojamento do PER e ainda futuras implantações de equipamentos como escolas, pavilhões desportivos e culturais. Uma das soluções de coesão social previstas para esta intervenção poderá ser o impulsionamento de um "cluster" de oficinas de metalomecânica, predominantes na zona. Com o PAT da Ameixoeira a CML pretende candidatar-se ao mesmo financiamento que operações como a do Largarteiro no Porto e a Cova da Moura e o Vale da Amoreira na Moita beneficiaram.


Comentário:

Finalmente a Câmara de Lisboa interviu nos bairros clandestinos, que são na sua maioria habitações que fomentam a discriminação, pois nestes bairros moram acima de tudo imigrantes e toxicodependentes em condições, muitas das vezes, degradantes

Cultura em Lisboa

Protocolo com a Companhia Portuguesa de Bailado

A dança é uma forma de expressão artística que contribui para o desenvolvimento pessoal, educação e formação estética dos cidadãos, em particular dos mais jovens.
As formas de cooperação, entre os agentes culturais e os poderes públicos, são fundamentais para a concretização de projectos que visem a formação dos jovens e o acesso à cultura de todos os cidadãos.
Os Municípios da Área Metropolitana de Lisboa, atentos às expectativas das suas populações, procuram criar, a nível local, condições de estímulo aos jovens que pretendem iniciar uma formação neste domínio, e diversificar a oferta cultural em cada um dos Concelhos.
Neste sentido foi estabelecido um protocolo de colaboração entre a Junta Metropolitana de Lisboa e a Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo com os seguintes objectivos:
Contribuir para o desenvolvimento e promoção da Arte da Dança, em todas as Autarquias da Área Metropolitana de Lisboa;
Colaborar, através de estágios/residência, em localidades onde exista já um grau de desenvolvimento e formação em dança, que justifique esta forma de acções pedagógicas;
Apoiar pólos de dança profissional, articulando as relações artísticas entre as actividades da Companhia e os projectos locais;
Participar em actividades ou eventos municipais.
A concepção de acções de formação na área da dança assim como nos, cerca de 35 espectáculos realizados nos Municípios da área Metropolitana de Lisboa, tem contribuído para o aumento de espectadores nesta forma de arte, sobretudo mais jovens, contribuindo desta forma para a valorização pessoal e intelectual dos cidadãos, promovendo assim a coesão social, o convívio, o saber utilizar os tempos livres, de forma enriquecedora, de ponto de vista cultural e estético.


Comentário:

Na minha opinião a cultura portuguesa não está muito desenvolvida, daí ter escolhido esta noticia.
O esforço realizado pela Câmara de Lisboa faz com que seja trazidos para portugal muitos enventos estrangeiros, no entanto poucas pessoas aderem a generos culturais como o acima referido, já que não é muito usual em Portugal.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Reflexão auto-crítica do trabalho desenvolvido

Eu penso que o trabalho desenvolvido na disciplina de Geografia no 1º periodo foi positivo não só em particular, mas também na turma em geral.
Iniciamos a criação de um blog para fazer-mos um webfólio, coisa que eu nunca tinha feito. penso que para o futuro iremos conseguir ter melhores prestações nos blogs, isto porque estamos a aprender a fazer variadas coisas ao nível da multimédia do blog.
Para além do webfólio, as tradicionais aulas de Geografia também foram positivas, apesar de neste 1º período a matéria ser na minha opinião, exageradamente política e legislativa.
Espero que na continuação do ano consigamos melhorar o webfólio e, que eu como os meus colegas continuemos a ter boas notas à disciplina.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Trabalho Cidades



















Estas três cidades fizeram parte de um estudo feito pelo jornal semanário Expresso (“Classificação Expresso das melhores cidades para viver em 2007”) onde se avaliava a qualidade de vida das diferentes cidades de Portugal consoante diferentes características, das quais escolhemos seis (comércio, segurança, qualidades dos espaços públicos, oferta cultural, alojamento turístico e qualidade urbanística).
O nosso grupo não escolheu estas três cidades ao acaso, pois tivemos em conta a cidade onde vivemos e também a classificação das outras duas para podermos enquadrar a “nossa cidade” na média. A cidade de Lisboa está neste ranking em 1º lugar e a cidade da Amadora em 40º lugar (último do ranking). Caldas da Rainha situa-se no 20º do ranking.
De todo o ranking que o semanário Expresso fez, nós apenas recolhemos seis dados de estas três cidades e construímos o gráfico acima representado.






Tratamento de informação


Através da observação do gráfico que construímos e com o auxilio da tabela também construída por nós podemos verificar que na relação destas três cidades:

· Ao nível do comércio, Lisboa ocupa o primeiro lugar. Ficando Amadora em segundo à frente das Caldas da Rainha.

· Quanto à segurança, é Caldas da Rainha que ocupa o primeiro lugar deixando assim para trás cidades tão importantes quanto Lisboa.

· A qualidade dos espaços públicos, respeita a ordem da classificação das três cidades em questão, ou seja, em primeiro, Lisboa, sem segundo Caldas da Rainha e por último, Amadora.

· Na oferta cultural, Lisboa é a cidade com melhor pontuação, de seguidamente aparece Caldas da Rainha e Amadora respectivamente.

· Caldas da Rainha é a pior cidade quanto ao alojamento turístico, e a melhor Lisboa.

· Caldas da Rainha fica novamente mal vista ao nível da qualidade urbanística, pois fica atrás de Lisboa e Amadora.

· Podemos então confirmar por último, que Lisboa está a frente, como já tínhamos referido em cima, da Caldas da Rainha e da Amadora respectivamente.

sábado, 20 de outubro de 2007

Características da população agrícola

A população agricola tem uma serie de caracteristicas em comun, a maior parte delas são infelizmente, pontos negativos ao desenvolvimento da agricultura no nosso país. São elas:

- Com o maior desenvolvimento dos outros sectres económicos e o aumento da oferta de emprego nos mesmos, dá-se o êxodo agrícola. O que faz com que aja uma diminuição na população activa no sector agrícola.

- O envelhecimento da população e a falta de jovens no sector agrícola dificulta em muito o desenvolvimento deste mesmo sector, pois com pessoas mais idosas torna-se mais dificil a inovação, como a formação profissional, utilização de novas técnicas e até a própria mentalidade das pessoas mais idosas se torna um entrave ao desevolvimento, pois não se querem agrupar a outros agricultores tirando assim vantagens por terem terrenos maiores.

- A falta de instrução é outro grande problema, isto também devido ao facto da população ser muito idosa.

- O papel da mulher começa a ganhar importância mais ainda não existem dados para fins estatísticos, isto apesar de ser muito importante neste sector.

domingo, 14 de outubro de 2007

Granizo destruiu culturas e pomares (DN)

"Foi apenas uma fracção de 20 minutos e ficou tudo destruído", disse Daniel Nicolau sobre os danos nas culturas de Alcobaça, causados por uma forte tempestade de granizo que se abateu sobre os arredores daquela cidade, na quarta-feira. Um dos maiores agricultores da zona, com cerca de seis hectares de terrenos, admite que poderá recuperar parte das colheitas, "talvez uns 20%", mas sublinha que tem perto de "três meses de trabalho arruinado", com "prejuízos de cem mil euros".

Álvaro Ferreira mostra o impacto da tempestade num dos seus pomares de pêra rocha, com dois hectares, ainda numa fase inicial de maturação. "Esperava tirar daqui entre 80 a 100 toneladas, pode ser que tire umas 20, porque vou tentar fazer uma pulverização para salvar alguma coisa. A 25 cêntimos o quilo, é fácil calcular os prejuízos".

Este agricultor explica que a tempestade se formou na direcção do mar, na zona da Nazaré, em direcção a terra, e que no vale perto de Alcobaça o granizo caiu rapidamente. "Houve pessoas que foram hospitalizadas, porque apanharam com as pedras na cabeça", acrescenta. Os resultados são visíveis nos pomares, com grande parte da fruta arrancada. No entanto, mostra-se resignado e diz que "agora é preciso continuar a trabalhar e tentar salvar o que ainda se pode, não vale a pena olhar para trás". Da Associação de Agricultores da Região de Alcobaça, diz não saber o que esperar: "Sabemos que estarão a tentar algo, mas efeitos práticos não se costuma ver".

As produções hortícolas, couves, bróculos e cebolas, ficaram desfeitas em pedaços e além dos estragos, os agricultores lamentam a legislação que não permite a venda de "produtos com defeito. Se levarmos isto ao mercado, ninguém compra", dizem. O caso agrava-se nos pomares, porque "as colheitas do próximo ano estão quase todas perdidas". A estes prejuízos, acrescentam o que já pagaram em impostos. "Deste investimento, o Estado já levou 21%", acrescenta Daniel Nicolau.

Pedro Calado, da Associação de Agricultores, explicou ao DN que "já está a ser distribuído um formulário para se fazer um inventário de todos os estragos, que deve estar pronto até quarta-feira". O objectivo, refere, "é o de tentar contactar as instituições próprias e tentar conseguir alguns apoio aos agricultores". O dirigente lamenta que haja poucos agricultores com seguro das suas colheitas: "Temos cerca de 1300 associados, e destes, apenas 40 têm seguro. O caso é grave e, pessoalmente, sei de pessoas que perderam tudo". Fonte do Ministério da agricultora assegurou ao DN que a Direcção Regional de Agricultura "está a fazer um levantamento da situação e só no sábado se pode ter uma noção da situação e de que medidas podem ser tomadas".

Segundo a associação, o presidente da autarquia de Alcobaça esteve no local acompanhar a situação, o mínimo que os agricultores pediam: "Pelo menos que nos transmitam uma palavra simpática".

Diario de Noticias